O Cardinho transforma o seu número em um cartão digital que o eleitor guarda no celular, compartilha com quem confia e recebe de lembrete no dia da votação.
Todo mundo gasta com material que o eleitor descarta em minutos — e chega no domingo da eleição sem lembrar do número de ninguém.
O eleitor recebe, olha por três segundos e joga fora. Foi dinheiro de campanha que durou menos que o trajeto até a esquina.
Quem tira foto do número guarda junto de mais duas mil imagens. Na hora de votar, ninguém acha.
A campanha acaba na véspera, mas o voto acontece no domingo. Sem lembrete, o esforço de meses evapora.
Você não instala nada, não configura nada e não precisa entender de tecnologia. A gente monta tudo e te entrega pronto.
Foto oficial, número, cargo, partido e as três bandeiras da sua campanha. O resto é com a gente.
Nas suas cores, com a sua tipografia. Você recebe um endereço curto (cardinho.com.br/seunome) e um QR code para o material impresso.
O eleitor abre, salva o número e compartilha. Você acompanha tudo pelo painel de números da campanha.
Com a sua foto, o seu número e as suas cores. O eleitor gira o cartão com o dedo e vê as suas propostas no verso.
Um código para colocar em adesivo, banner, panfleto e camiseta. Quem aponta a câmera cai direto no seu cartão.
Com um toque, o eleitor põe no calendário do celular um alerta com o seu nome e número — na véspera e na manhã da eleição.
O apoiador gera uma arte no formato do Instagram, com a sua foto, as suas cores e um QR code — e posta em dois toques.
O eleitor cumpre missões, sobe de nível e ganha um pack de figurinhas do WhatsApp com a sua cara. Engajamento que se espalha sozinho.
Quantas pessoas abriram, de onde são, quantas compartilharam e quantas marcaram o lembrete. Sem achismo.
Propaganda eleitoral e dado de eleitor têm regra. O Cardinho já nasce dentro delas.
Conte quem é você e a gente responde com os detalhes e o valor. Sem robô: quem lê é gente.